animaçao

28 de Maio de 2012 § Deixe o seu comentário

Animaçao feita por alunos, fantastico!

simple

22 de Maio de 2012 § Deixe o seu comentário

Cerrada noite. Puxas fundo. Respiração acelerada. Descontrolável vontade. Quem és tu? Não existem respostas. Perguntas sem receio. Conheces-me melhor que ninguém. Nem tudo o que vai, volta. Nem tudo o que está, fica. Irrelevante pensamento, traçado pelo olhar, e afirmas tu, nao mereço. Não pensas. Não ages. Levanta-te, as princesas nao sao feitas de trapos e retalhos. Tecido único. Fecha a porta. Abraça-me. Ouvi-te, eras tu. Reconheço-te. Deixa-te ficar e eu deixo-te estar. Desapareceste. Sentas-te e vi-te por meros segundos mas (…)
Ficou tanto por dizer e voltas-te ao desconhecido.
Quem es tu? Perguntas-te. De um tanto um nada, que para mim tudo.

quando, somente tu.

22 de Abril de 2012 § Deixe o seu comentário

Quando não estou, tu sentes. Quando não estás, sente-se. Quando nos falta, faltamos. Quando, simplesmente, quando deixares de ser tu comigo deixarei de ser eu para o mundo. Levamos a vida criando vidas, em cima de umas outras tantas expectativas e retiramos pouco de nós. Parei. Sentei-me e olhei. Para ti, que de tantas as vezes me levas a viajar e de tantas outras, que somente me levas. Não sou pessoa de grandes sonhos, mas quem não tem os seus, não tem que traçar rotas. Não me deixo levar mas faço-me existir. Mas poucos sabem existir. Escondem-se naquilo a que chamam de abrigo mas como podemos chamar a algo de abrigo se continuamos desprotegidos? Dá-me forças, não para continuar com a minha rota, mas para a traçar, levando daqui o melhor.

ok

27 de Março de 2012 § Deixe o seu comentário

Desculpas, miseráveis, desonestas mas desculpas. Dizes-te dono de um ser que está longe de se tornar alguém porque não é a idade ou a altura que fazem alguém mas sim as atitudes e decisões, e tu não tens nem um nem outro. Vives só tu. Só tu e o teu grande ego. Não passas de uma sombra. Caminha, fala, come e ouve mas pela sombra de um outro ninguém. 
não mereces a vida que tens.
‘Quando perderes realmente algo ou alguém importante, saberás dar o valor’ Até lá não passas de um ser sem nada por dentro.
Por ti, estive sempre lá, tu nunca estiveste cá! 
Até um dia, que te fazes gente

alberto caeiro

12 de Março de 2012 § Deixe o seu comentário

É talvez o último dia da minha vida.

É talvez o último dia da minha vida.
Saudei o Sol, levantando a mão direita,
Mas não o saudei, dizendo-lhe adeus,
Fiz sinal de gostar de o ver antes: mais nada.

                                   Alberto Caeiro

análise do poema: É talvez o último dia da minha. Talvez não seja a despedida.
Talvez não seja o ultimo adeus.
Talvez. Porém, viver nessa incerteza traz dissabores.
Na incerteza do amanha, no que ficou por fazer (…)
E tudo isto que tenho vindo a trazer de temporada comigo mesma, não passam de miragens.
Coisas simples.
O sol, esse mesmo que toda a gente aprecia, mas ninguém o comenta.
torna-se monótono, do seu próprio levantar e do seu próprio deitar.
Saudando com a mão direita, por ser talvez aquela com que sempre cumprimentamos alguém, e a mão esquerda?
A mão do adeus, da despedida, na incerteza do que ficará.
Mas olha para ti, não passas também tu de uma miragem, não és ninguém e nunca serás ninguém.
Aceno-te agora com a mão esquerda, sem me querer alongar na despedida.
Adeus, mais nada.

(análise do poema para português)

ultimo capitulo

11 de Março de 2012 § Deixe o seu comentário

Demais. Nunca é demais crescer. Nunca é demais aprender. Nunca é demais amar. Mas é demais errar, corrigir ou tentar fazê-lo e voltar a errar pelas mesmas razões. Olhando para o que sou hoje, noto uma constante evoluçao, todos os dias! Mas tenho saudades. Tenho saudades de a minha a unica preocupaçao ser que cor escolher para pintar os meus desenhos. Torna-se dificil. dificil demais para mim. nunca fui alguem de lutar, muito menos de olhar para o passado porque o que lá vai, lá vai (…) Mas ainda assim todos os dias me ergo. Não com a maior das disposiçoes, mas levanto-me. Talvez por ti, ou porque tenho obrigações, mas tudo menos por mim. Não frequento diariamente algum sitio que me diga bem. Talvez a alguns kms daqui, com pouca coisa e com alguém me dissesse mais do que o que levo daqui, muita coisa, muitas pessoas mas um vazio dentro de mim. Olha para ti, és bem melhor que eu, desculpa, se é que devia pedir. Tamanhos são os erros para um simples desculpa. 

Não é por mim que me levante todos os dias, é por ti, por saber que vais estar para o tornar melhor! 
Não é por mim que mudo a minha maneira de ser arrogante, mas sim porque me pedes! 

Não é por mim, nunca foi por mim (…) Até quando durmo contra o teu peito, nao é por mim, é por ti, que estás ao meu lado e me dás vontade de levantar!

Sabes? Não me importo os outros, não me importa o que façam, não me importa o que digam ou falem das nossas vidas que nem sequer conhecem, só te peço, não vás, sem mim!

 

cap. 6

4 de Março de 2012 § Deixe o seu comentário

O incerto ficou, o mesmo que te levou no dia em que o amor não chegou. Repara na vida que levas, não diria boémia, talvez não seja esse o nome que lhe daria mas talvez desleixada, uma vida desleixada, repleta de idas e voltas mas girando sempre à volta do mesmo, tu. Não te peço que me ligues, não te peço que mudes, isso seria impossível para alguém como tu… Peço-te que cuides de ti, e do que nunca foste, alguém! 
Não vale a pena achar que vales a pena. (…)
Voltarei para a despedida.

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